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sábado, 30 de outubro de 2010

Miami já começa a mostrar supremacia no Leste

O jogo de ontem contra o Orlando mostrou bem o potencial do time de Miami, aclamado pela mída como favorito ao título. Depois da estreia com derrota para o Boston, o time "treinou" contra o Sixers e ontem foi o primeiro teste em casa. O Orlando sentiu a pressão. O Miami correspondeu a expectativa de um esquema ofensivo forte, confundindo a boa defesa do Magic. A marcação apertou em cima de LeBron James, mas D-Wade jogou com mais liberdade, principalmente no 3º quarto, quando a equipe da casa matou o jogo. Wade foi o cestinha com 26 pontos. Dwight Howard fez 19 pontos no primeiro tempo e zerou no segundo. James terminou com 15 pontos e 7 assistências. Destaque também para o reserva Udonis Haslem, que está fazendo grandes paridas. Ontem foram 11 pontos e 11 rebotes.
Final: 96 a 70.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Magic massacra o Wizards em Orlando

O Orlando Magic não tomou conhecimento do Washington Wizards, no jogo de estreia das duas equipes. Foi um verdadeiro massacre. Deu pena de ver o prodígio John Wall olhar para o lado e descobrir que está no meio de um monte de cabeças de bagre. Seu mentor, Gilbert Arenas, lesionado, não jogou. Sobrou para Wall carregar o time nas costas. Uma missão quase impossível quando se tem um Orlando inspirado do outro lado. Vince Carter fez 14 pontos só no primeiro tempo. No segundo, com a partida já garantida, jogou pouco e somou mais quatro. Dwight Howard foi o cestinha com 23 pontos e 10 rebotes. Final: 112 a 83.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Olha quem tá na torcida pelo Brasil....


Dwight Howard, pivô do Orlando Magic.

Direto do blog de Fábio Sormani.

sábado, 29 de maio de 2010

NBA Playoffs: Boston está na final

Acabou o feitiço de Orlando. O time repetiu as atuações abaixo da média dos 3 primeiros jogos da série e não resistiu ao Boston Celtics. As bolas de três pontos, que minaram o Celtics nos jogos 4 e 5, desta vez caíram pouco. Dwight Howard se superou. Fez 28 pontos e pegou 12 rebotes. Mas seus companheiros negaram fogo, principalmente o armador Jameer Nelson, que vinha sendo uma peça importante do Magic nesta resistência contra o maior poderio ofensivo do time de Massachussets. Tá certo que Vince Carter saiu de quadra com 17 pontos, mas 13 deles foram no segundo quarto. Nelson somou só 11 pontos e os outros fizeram de 7 pontos pra baixo.
Uma lástima comparado ao Boston, quem além do "Fab Four" (Garnett, Pierce e Ray Allen), ainda teve participação decisiva do baixinho Nate Robinson, que foi o grande nome do primeiro tempo. Ele entrou na rotação normal no lugar de Rajon Rondo, mas saiu de quadra com 13 pontos no primeiro tempo, sendo responsável pelo distanciamento no placar. A primeira etapa terminou em 55 a 42.

Na segunda metade do jogo, esperava-se que o Orlando viesse diferente após um sacode no vestiário. De fato, veio mesmo diferente, mas pior. Não conseguiu reagir no momento certo, apesar de vencer por 9 pontos no último período a desvantagem já era muito grande. Final: 96 a 84. O cestinha da partida foi Paul Pierce, com 31 pontos. Allen fez 20.

Merecem destaque:
A assistência de Rondo pra enterrada de Paul Pierce

O lance esquisito e a cesta de Dwight Howard

terça-feira, 25 de maio de 2010

NBA Playoffs: Orlando se supera e evita a varrida

Para o Orlando Magic o jogo 4 da série final do Leste era: "Win or go home". E o Magic entrou como se fosse outro time diante do Boston. Dwight Howard jogou o que se espera dele. Foi um gigante. Marcou 32 pontos, pegou 16 rebotes (5 ofensivos) e deu 4 tocos. Mais do que números, D-12 fez seus pontos, pegou seus rebotes em momentos decisivos, empurrando pra dentro a bola que teimava em tocar no aro.



Outro que teve participação fundamental foi o contestado armador Jameer Nelson. Foram 23 pontos, mas por pouco Jameer não sai de quadra como vilão. Já explico.
O Orlando Magic entrou com muita vontade de sobreviver e foi pra cima em pleno TD Garden. Ficou na frente no primeiro quarto (31-26). No segundo quarto, administrando faltas, Stan Van Gundy pôs os reservas em quadra e a produção caiu um pouco. O Boston recuperou um pontinho, mas virou atrás: 51 a 47.
No terceiro quarto parecia que a maionese ia desandar, com a reação do Boston. O time de Massachussets jogava melhor. Recuperou mais 5 pontos, passou à frente, com destaque para o gordinho Glenn Davis, um monstro na defesa.

Paul Pierce quase não saiu de quadra e foi o cestinha da partida com 32 pontos, ao lado de Dwight Howard.
O quarto período começou com o Boston 1 ponto na frente. Foi eletrizante, muito nervoso, marcado pelos erros dos dois lados e bolas sensacionais. O Orlando acertou mais bolas de 3 pontos que nos outros 3 jogos. Foram 10 acertos, com J.J. Redick, Jameer Nelson e até Rashard Lewis, especialista nesta distância, mas que vinha apagado na série contra o Celtics. Lewis resolveu aparecer e guardou 13 pontos. Pelo Boston, Ray Allen jogou daquele jeito que dá raiva, acertando tudo nos momentos decisivos. Era lá e cá, e eu torcendo pelo Orlando.
A 1:16 do fim, o Boston empatou. Um minuto antes, perdia por 7 pontos. O Magic tinha a posse de bola, gastou o tempo mas Jameer Nelson perdeu a laranja pra Rondo. Na sequência, o Boston perdeu seu ataque e o Orlando tinha 24 segundos pra converter uma bola e garantir a vitória. De novo a bola estava com Jameer Nelson, que tentou um arremesso muito marcado e errou, a 11 segundos do fim. Lembram que disse que o armador quase saiu como vilão? Por isso. O Boston tinha 16 segundos e a posse de bola. Jogo empatado e um monte de bons arremessadores. Uma bola dentro e seria o fim para o Magic e o Boston na final. O time se fechou e provocou o erro de Paul Pierce e o jogo foi pra prorrogação, 86 a 86, a primeira da pós-temporada.
No tempo extra, as duas equipes exibiam todo o cansaço da intensa batalha. Os primeiros pontos só foram sair na metade da prorrogação. Foi aí que voltou a brilhar a estrela de Jameer Nelson. Ele acertou duas de 3 pontos seguidas, desestabilizando completamente o Celtics.


O Orlando fez 10 pontos, contra 6 do Boston e, enfim, venceu a primeira na série. Final: 96 a 92. Evitou os 4 a 0, ou a "varrida", como dizem os americanos. O próximo jogo é quarta-feira de volta a Orlando.

O Magic luta pra quebrar um tabu. Nunca na história da NBA um time saiu de 3 a 0 e virou a série. Se for pra manter a escrita, que seja no jogo 7. Quanto mais NBA, melhor.
Merecem destaque:
A roubada e finalização de Ray Allen


A ponte aérea de Dwight Howard

O block de Dwight Howard em Rajon Rondo

A cravada da noite foi de Paul Pierce, ele que não é muito de fazer este lance

sábado, 22 de maio de 2010

NBA Playoffs: Boston humilha o Orlando e fica perto da final

O Boston passeou em quadra e o Orlando ficou só assistindo. Assim foi o jogo 3 entre as duas equipes, na série final da Conferência Leste. Um jogo perfeito, que com certeza fez o Lakers abrir o olho do outro lado dos Estados Unidos. O Boston começou arrasador. Saiu já de 7 a 0, continuou a corrida no primeiro quarto até fechar por 27 a 12, em jogadas como esta de Ray Allen.

Seguiu matando o Magic no segundo período, e a diferença já era de 17 pontos na metade do jogo: 51 a 34.

No terceiro período, o show prosseguiu. O Celtics abriu mais 9 pontos. Difícil é apontar alguém como destaque. Seis jogadores fizeram mais de uma dezena de pontos. Glenn Davis saiu do banco de reservas para ser o cestinha da partida com apenas 17 pontos. Paul Pierce (15), Ray Allen (14), Rajon Rondo (11 pontos e 12 assistências), Kevin Garnett (10) e Rasheed Wallace (10) foram os principais pontuadores.
Pelo lado do Magic, um desastre. O aproveitamento foi pífio. Dwight Howard ficou devendo muito. Apenas 7 pontos e 7 rebotes. Rashard Lewis foi uma lástima, pela terceira vez nesta série. Apenas 4 pontos em 27 minutos em quadra. Vince Carter e Jameer Nelson anotaram 15 pontos cada. Fizeram apenas a parte deles. Uma pena que o Magic esteja sendo tão medíocre nestas finais. O time com a segunda melhor campanha da NBA.
O melhor momento do Orlando no jogo foi no último quarto, quando fez 5 pontos a mais no placar, mas o Boston já estava só com os reservas em quadra. Stan Van Gundy fez o mesmo com o Magic, e a todo momento apareciam seus titulares no banco com aquela cara do gosto amargo de uma derrota humilhante. O Boston venceu por 94 a 71, mas poderia ter sido muito mais se o time dos verdinhos não tirasse o pé do acelerador. Boston Celtics 3 a 0 na série. Já era. Essa série deve terminar na segunda-feira, no jogo 4. Duvido que o Orlando seja time pra vencer duas partidas, quanto mais as quatro restantes pra ir pra final. Como disse, já era.

Merecem destaque:
Rajon Rondo, o melhor armador na NBA nestes playoffs


domingo, 16 de maio de 2010

NBA Playoffs: Boston quebra invencibilidade do Orlando Magic

Chegou o momento da decisão. Boston Celtics e Orlando Magic começaram a decidir o título da Conferência Leste pelo direito de fazer a superfinal contra o vencedor de Lakers e Phoenix Suns. Dono da melhor campanha, o Magic saiu com a vantagem de quadra. Os dois primeiros jogos são em casa, mas o Boston tratou de reverter essa vantagem logo na primeira partida.
O técnico Doc Rivers, um dos melhores da NBA na minha opinião, armou uma defesa firme em cima de Dwight Howard, pivôzão dominante no garrafão que é superdifícil de ser marcado. Deu resultado. Kevin Garnett, Rasheed Wallace e Kendrick Perkins, os mais altos do Boston, se revezaram nesta missão e freiaram o Superman, que terminou com 13 pontos e 12 rebotes.
No ataque, um bombardeio de Rajon Rondo e Ray Allen, que levaram o Boston a estar sempre na frente. Além de Paul Pierce, marrento mas eficiente.

O Boston venceu o 1º tempo por 41 a 32 e seguiu folgado até meados do 4º quarto. A diferença que chegou a 20 pontos, caiu a 2, graça a um melhor desempenho do Magic no quarto final (30-18). O Orlando que estava praticamente derrotado voltou pro jogo, comandado por Vince Carter (23 pontos) e Jameer Nelson (20). O jogo foi para o minuto final aberto, depois que Perkins desperdiçou dois lances livres e em seguida o Magic converteu um ataque de 3 pontos. Mas no lance seguinte, a falta foi em Ray Allen, um dos melhores aproveitamentos da Liga em lances livres. Ele converteu os dois pontos e deu números finais à partida: 92 a 88. Uma vitória importantíssima em Orlando, quebrando a vantagem de quadra do Magic.

Merecem destaque:
A ponte áerea Rondo-Tony Allen

A cravada de Vince Carter

segunda-feira, 10 de maio de 2010

NBA Playoffs: Orlando passa pelo Hawks e está na final da Conferência

O Orlando Magic continua sendo o time de melhor retropecto dos playoffs. Depois de despachar o Charlotte Bobcats por 4-0, aplicou o mesmo placar na série semifinal de Conferência sobre o Atlanta Hawks. Nesta segunda-feira venceu o Atlanta por 98 a 84. Na soma dos 4 jogos, o Orlando marcou 101 pontos a mais que o Hawks, recorde em playoffs. Foi um chocolate do início ao fim da série. Veja:
Jogo 1: 114-71
Jogo 2: 112-98
Jogo 3: 105-75
Jogo 4: 98-84

Isto porque na temporada regular já tinha sido 3 vitórias contra apenas 1 derrota. Isto é o que se chama de encaixar o jogo. Na NBA existe o mito de que alguns times que não conseguem desenvolver seu jogo quando o adversário é determinada equipe. E muitas vezes isto se confirma, como foi o confronto Magic x Hawks nesta temporada. A única vitória do Atlanta foi sensacional, com aquela enterrada buzzer-beater de Josh Smith. Lembra?

Qual o segredo desse time? Tem o melhor jogador defensivo do campeonato, Dwight Howard, que também está tendo bom aproveitamento no ataque. Tem Vince Carter, que voltou a jogar o fino da bola, nos arremessos de curta, média e longa distância. Tem um armador ágil, pontuador e com personalidade, como Jameer Nelson. Tem Rashard Lewis, um gatilho eficiente nos tiros de 3 pontos. E Michael Pietrus, o francês carregador de piano, com a mão calibrada na média e longa distância. Enfim, é a variedade a principal marca do Magic, que confunde os adversários.
Agora o Orlando terá alguns dias de folga enquanto assiste Cleveland e Boston se matarem pela outra vaga na final da Conferência Leste. E como lá a série está empatada, 2-2, serão pelo menos mais dois jogos de desgaste físico e emocional até pegar o descansado Orlando Magic. Por este fator, acho difícil o Magic não estar na final pelo segundo ano consecutivo.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

NBA Playoffs: Orlando dá show e vence a segunda

O Orlando Magic segue invicto nos playoffs. Conquistou a 2ª vitória sobre o Atlanta Hawks numa aula de basquete. Quatro jogadores fizeram 20 ou mais pontos: Dwight Howard (29), Vince Carter (24), Jameer Nelson (20) e Rashard Lewis (20). Dwight ainda confiscou 17 rebotes. Foi uma bela demonstração de jogo coletivo, mas o Hawks endureceu o jogo. Perdeu o fio da meada só nos 8 minutos finais, quando deu um apagão geral e o Magic deslanchou. Até então a liderança havia mudado 10 vezes de mãos e o jogo tinha ficado 5 vezes empatado. O Orlando venceu o 1º quarto por 5 pontos (32-27), mas sofreu o revés no 2º período (30-17). Hawks 8 pontos na frente na metade do jogo.
No 3º quarto veio a recuperação do Magic. Tirou a diferença e abriu 1 de frente. No último quarto, a grande fase que o Orlando Magic atravessa ficou mais evidente. O Hawks abriu as pernas. Não suportou o jogo variado de Howard, Carter, Lewis e cia. Final: 112 a 98. 2-0 na série e dois jogos em Atlanta.

sábado, 24 de abril de 2010

NBA Playoffs: Orlando faz 3-0; Portland e OKC empatam; Milwaukke vence a primeira;

Hoje foi um dia histórico para o Charlotte Bobcats. Foi o primeiro jogo do time em casa por playoffs. A torcida compareceu em peso, mas infelizmente quem deu o show foi o Orlando, especialmente um baixinho: Jameer Nelson. O armador do Orlando jogou muita bola. Marcou 32 pontos. Dwight Howard se enrolou com as faltas e saiu do jogo a 3:32 do fim. O Cats lutou muito, chegou a liderar várias vezes, mas não conseguiu. Michael Jordan, no banco, quase vai à loucura. Final: 90 a 86. Agora ficou quase impossível. O Orlando vence a série por 3 a 0 e só precisa de mais uma vitória para avançar ao 2º round.

O Portland abriu a rodada do jogo 4 com uma surpresa. A volta de seu astro Brandon Roy, que estava machucado no joelho. Roy jogou 26 minutos e marcou 10 pontos. A considerar pelo placar final, uma presença fundamental no resultado. Isso motivou o Portland, que jogando em casa, voltou a brilhar. 96 a 87. Lembram dos 10 pontos de Brandon Roy? Com ele, o Portland é outro time. Série empatada: 2-2. No vídeo abaixo, uma cesta de Leandrinho pelo Phoenix, 8 pontos no jogo.

O MIlwaukee Bucks saiu do zero e marcou sua 1ª vitória na série contra o Atlanta Hawks. Um jogo tranquilo: 107 a 89. O Atlanta vence por 2-1.

No jogo 4 entre Lakers e Oklahoma City Thunder, um passeio do OKC. O Lakers não se encontrou e ficou atrás o tempo todo no marcador. A diferença chegou a 29 pontos. Pode-se dizer que Kobe Bryant não foi para o jogo. Passou discreto, com apenas 12 pontos. O Thunder fechou a partida por 110 a 89. Série empatada: 2 a 2.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

NBA Playoffs: Orlando obtem 2ª vitória; Spurs empatam a série

Apenas dois jogos na noite desta quarta-feira na NBA. O Orlando Magic confirmou o favoritismo e venceu mais uma diante do Charlotte Bobcats, o time que pertence a Michael Jordan. O Orlando é sério candidato a fazer a final da conferência, pois tem um arsenal muito variado. Dwight Howard fechando o garrafão e dominando no ataque. Rashard Lewis nas bolas de 3, além de Vince Carter, um jogador múltiplo, que está em grande forma. Sem chance para o Cats: 92 a 77. Agora serão dois jogos em Charlotte.

E o Dallas entrou apático e por azar encontrou o San Antonio muito motivado a empatar a série. O time tem um trio que ficou conhecido por "Os três tenores": Tim Duncan, o argentino Manu Ginóbili e o francês Tony Parker. Nesta quarta, eles jogaram afinados. 102 a 88. Foi uma prova de que a série está totalmente aberta, pois os próximos dois jogos serão em San Antonio.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

NBA playoffs: Portland quebra vantagem do Phoenix

Na rodada de ontem mais 8 times estreiaram nos playoffs. Lakers x Oklahoma City Thunder fizeram o duelo entre o campeão de 2008/2009 e a equipe queridinha da América. Time de Kevin Durant, cestinha do campeonato com média de 30 pontos por jogo. Mas do outro lado tem um conjunto bem mais experiente, liderado por Kobe Bryant, melhor jogador da atualidade. Vitória do Lakers por 87 a 79. Um resultado obtido graças ao reforço da marcação em Durant, que ontem conseguiu anotar "apenas" 24 pontos.

No leste, Orlando e Charlotte jogaram em Orlando, num show de Dwight Howard, melhor jogador defensivo da liga, que ontem deu nada menos que 9 tocos. O Charlotte andou sempre perto, mas não chegou a ameaçar. Final: 98 a 89.

Jogo bastante parelho também em Dallas, no confronto do time da casa com o San Antonio Spurs. Apresentando um jogo mais consistente e com grande atuação do alemão Dirk Nowitzki, 36 pontos, o Dallas faturou a primeira da série. 100 a 94.

E no último jogo da noite, a grande surpresa. A melhor partida do domingo, com os times se revezando na liderança do início ao fim. Assim foi Phoenix e Portland, decidido apenas a 1:30 do fim com uma boa sequencia de ataques convertidos do Portland e erros do Phoenix. E o Blazers foi a única equipe até agora a vencer fora de casa. 105 a 100. E a equipe joga sem Brandon Roy, seu principal astro.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Orlando x Miami: duelo interessante

O Orlando Magic tem a terceira melhor campanha da NBA. São 19 vitórias e 6 derrotas. Um time muito afinado, que esta noite joga em Miami, contra o Heat. O anfitrião tem campanha oposta. Doze vitórias e 11 derrotas. É o duelo entre dois de meus jogadores preferidos: Dwayne Wade (foto) e Dwight Howard.
Mas o post é mais pra destacar um fato curioso. A roupa quase normal do repórter de quadra Craig Sager.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

NBA Análises: Cleveland Cavaliers

Shaq e LeBron: sem título, não haverá o que comemorar

Shaq e LeBron: sem título, não haverá o que comemorar

08/09: Parecia ser o ano de LeBron James. O Cleveland Cavaliers teve melhor o recorde em toda a liga, com somente duas derrotas em casa. Nos playoffs, varreu seus dois primeiros adversários, Pistons e Hawks. Era franco favorito para bater o Orlando Magic na final do Leste, mas não foi o que ocorreu. Sem ter quem fizesse frente à Dwight Howard no garrafão e sem um marcador com velocidade suficiente para buscar o ala de força Rashard Lewis no perímetro, as fraquezas do Cavs ficaram expostas contra a pouco convencional equipe de Orlando. LeBron bem que se esforçou, mas não conseguiu bater a equipe da Flórida sozinho.

Com James entrando em seu último ano de contrato, o clima é de “agora ou nunca” no Cavs, por isso, a diretoria não mediu esforços para reforçar a equipe, trazendo ninguém menos que o 4 vezes campeão Shaquille O’Neal.

Entra: Shaquille O’Neal (PHO), Anthony Parker (TOR), Jamario Moon (MIA), Leon Powe (BOS)

Sai: Ben Wallace (DET), Sasha Pavlovic (MIN), Joe Smith (ATL)

Titulares: Mo Williams, Anthony Parker, LeBron James, Anderson Varejão, Shaquille O’Neal

Shaq veio para para D12

Shaq veio para parar D12

Análise: A final de conferência contra o Orlando Magic expôs as fragilidades do time do Cavaliers, principalmente quando se tratou da marcação no garrafão. Não houve resposta para a explosão física de Dwight Howard, que foi superior em todos os aspectos do jogo contra quem quer que o marcasse, fosse Ilgauskas, Varejão, Ben Wallace, Hickson… No ataque, a falta de ofensividade de Varejão e de velocidade de Ilgauskas acabavam não aproveitando a debilidade de Orlando na marcação de Lewis. Nem mesmo a impressionante média de 38,5 pontos de LeBron nas finais foi capaz de levar o Cavs adiante.

Shaquille O’Neal foi a resposta encontrada para parar Dwight Howard no garrafão. Tamanho ele tem. Experiência também. Falta velocidade, e muito. A presença de Shaq sem dúvida é imponente, mas traz alguns problemas para o Cavs, como, por exemplo, a defesa do pick n’ roll na cabeça do garrafão. Aos 37 anos e com 147 kg, não há como o pivô acompanhar jogadores após o corta luz.

Ofensivamente, a capacidade de Shaq em anotar pontos é conhecida, porém, não se pode esquecer que ele jogará ao lado de LeBron James, jogador que precisa de espaço no garrafão para infiltrar. Com Ilgauskas em quadra há esse espaço, pois o lituano tem bom chute de média distância. Agora, todos sabem que O’Neal é completamente incapaz de acertar um jumper que seja, logo, haverá um garrafão com maior tráfego nas infiltrações de LeBron.

Isso quer dizer que não gostei da aquisição de Shaq? Pelo contrário. Seu tamanho e experiência serão fundamentais, ele sabe que lhe restam poucos anos na carreira e dificilmente terá oportunidade tão boa para conquistar seu 5º anel. Com a escassez de pivôs que há, Shaq foi um achado, ainda mais com a manutenção de Ilgauskas, o que dará versatilidade para Mike Brown montar seu time de acordo com o adversário. As contratações de Jamario Moon e Anthony Parker também foram muito boas, os dois são belos marcadores, o primeiro é explosivo,o segundo tem ótimo arremesso. Ambos poderão ser utilizados com freqüência.

A temporada 09/10 será um divisor de águas para a franquia. Se vencer o título, as chances de LeBron James, nativo do estado de Ohio, renovar aumentam bastante. Caso haja nova frustração, como a ocorrida contra o Magic, o atual MVP pode se cansar e buscar novos ares (e um anel). Para o Cavs, é vencer ou vencer.

Gustavo Mesa - NBA Blog

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Pré-temporada: 4 vitórias e 4 derrotas. Estreia hoje contra o Boston.

NBA Análises: Boston Celtics

Sucesso de Boston está nos joelhos de KG

Sucesso de Boston está nos joelhos de Kevin Garnett

08/09: O Boston Celtics dava impressões de que repetiria o título da temporada anterior. A experiente e sólida equipe estava no topo do leste, junto com Orlando e Cleveland, e, como se podia esperar, deveria subir de produção nos playoffs. Porém, o otimista prognóstico foi abaixo com a lesão de Kevin Garnett. Primeiro diziam que ele voltaria em poucas semanas, depois nos playoffs, mas a contusão no joelho foi séria e o tirou da temporada.

Mesmo sem KG, o Boston ainda conseguiu assegurar a segunda posição do leste. Pegou o Bulls na primeira rodada e proporcionou uma série épica, com sete prorrogações em sete partidas (mas não em todos os jogos). Na fase seguinte, Boston bateu de frente com Orlando, até conseguiu abrir vantagem de 3 a 2, mas Dwight Howard e companhia venceram as duas partidas seguintes e avançaram às finais de conferência.

Entra: Rasheed Wallace (DET), Shelden Williams (MIN), Marquis Daniels (IND), Lester Hudson (Draft)

Sai: Leon Powe (CLE), Miki Moore (GSW)

Titulares: Rajon Rondo, Ray Allen, Paul Pierce, Kevin Garnett, Kendrick Perkins

Análise: O elenco do Boston é excelente. Não há uma peça irregular. Rondo tornou-se um ótimo armador principal e faz exatamente o que o time precisa, distribui o jogo, marca de forma implacável, rouba bolas e pega rebotes – faz o trabalho sujo e, quando necessário, pontua também. Ray Allen, apesar do pífio desempenho nos playoffs passados, continua sendo um dos melhores arremessadores da liga e é extremamente confiável nas horas decisivas. O mesmo pode ser dito de Paul Pierce, outro atleta confiável nos momentos finais, é um cestinha nato, principal arma ofensiva do time, e é um defensor subvalorizado. Kendrick Perkins é um pivô com excelente defesa, ótimo marcando atletas de costas para a cesta, realizou um ótimo trabalho defendendo Howard nos playoffs. E KG, para finalizar, é o coração do time, um dos melhores defensores da liga, mantém o time inteiro focado em jogar duro, é capaz de pontuar de quase todas as formas (exceto bolas de 3), tem arremesso de meia distância confiável e sabe montar um post-up.

Rasheed quer seu 2º anel em Boston
Rasheed quer seu 2º anel em Boston

Durante a offseason, o banco do Celtics tornou-se ainda mais forte. Somados ao grande arremessador Eddie House e ao ala de força Big Baby Davis, o General Manager Danny Ainge contratou Rasheed Wallace, Marquis Daniels e Shelden Williams. A contratação de Rasheed Wallace foi importante, nem tanto pelo que poderá adicionar à equipe, já bem servida no garrafão, mas por ter impedido que Rasheed fosse para Orlando ou San Antonio, que mostraram-se interessados em contratá-lo.

Outro motivo que fez Boston contratar o ex-jogador do Pistons foi a incerteza de como estarão os joelhos de Garnett nessa temporada. A lesão da temporada passada foi séria e não se sabe exatamente como será a recuperação de KG. Talvez ele se machuque de novo, talvez tenha que ser poupado em alguns jogos, por isso Wallace será uma peça de grande utilidade durante o ano.

É exatamente nesse ponto que o sucesso do Celtics se encontra: na saúde de KG. Com ele, o Boston é favorito a repetir o feito de 2008; sem ele, o time ainda fica um degrau abaixo de Cleveland Cavaliers e Orlando Magic.

Gustavo Mesa

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Atualização: O Celtics fez 8 jogos e venceu 6 na pré-temporada. Estreia hoje contra o Cleveland.


domingo, 14 de junho de 2009

Lakers é o campeão da NBA!



O time de Los Angeles venceu a quinta partida da série contra o Orlando por 99 a 86 e fechou o confronto final por 4-1 (foto:nba.com) . O Magic não teve chance. Perdeu a mão do jogo no ínício do 2º quarto, quando o Lakers fez uma ótima sequência e conseguiu manter o padrão de jogo diante de um adversário lutando desesperadamente pela sobrevivência e contra o vexame diante de sua torcida.
O jogo:
O Magic começou jogando bem, mas desde o início dava sinais de que sua defesa não estava funcionando. Venceu o 1º quarto por 28 a 26, quando precisava abrir diferença.
O Lakers entrou com personalidade, sentindo-se em casa.


No 2º quarto, o Lakers praticamente decidiu a sorte do jogo. Kobe, Odom e Ariza jogaram muito.

Usando dos contraataques, fez 12 pontos a mais que o time da Flórida e virou na frente: 46 a 36 .

Dez pontos não representariam muito se o passeio não continuasse no 3º período. A diferença aumentou mais 5 pontos, porque o Orlando já começava a ver a vaca indo pro brejo. Várias tentativas de 3 pontos foram perdidas, 8 de 27 convertidas, um aproveitamento de 29%.
No último período, algumas bolas até que caíram. Poderia ser um final emocionante se o Lakers não tivesse acompanhado. O Magic conseguiu tirar apenas 2 pontos e foi obrigado a ver o Lakers comemorar seu 15º título no Amway Arena. Final: 99 a 86.
Melhores momentos:

A melhor de 7 terminou em 5 jogos. Vitória incontestável do Lakers.

Merecem destaque:
Kobe Bryant, MVP das finais, 30 pontos neste jogo

A bela cesta de Dwight Howard, dois de seus 11 pontos no jogo

As cinco melhores jogadas do jogo 5

sexta-feira, 12 de junho de 2009

NBA Finais: Lakers a uma vitória do título

Difícil eleger um entre tantos jogos emocionantes, mas este jogo 4 da série final da NBA foi o melhor. Um jogo surpreendente em todos os seus detalhes, números, lances e personagens. Um embate de gigantes, em que o herói da partida não foi o SuperMan, Dwight Howard, embora tivesse feito uma apresentação de gala. O herói do jogo fez do Amway Arena, em Orlando, um cenário de filme. Um filme de superação, que poderia ser chamar: "Eu sou Derek Fisher".
Dado como acabado por muitos, em fim de carreira por outros, irregular, sem motivação, Fischer vinha mesmo se apresentando mal nestes playoffs. Mas nas últimas partidas parece ter reencontrado aquele basquetebol que o consagrou no tricampeonato do Lakers, como escudeiro de Kobe Bryant e Shaquille O'Neal. Mas como pode um jogador de 1,85 metros, veterano com 35 anos, 12 de NBA, média de 7,6 por jogo nos playoffs e no quarto confronto com o Magic ter anotado apenas 12 pontos ser tudo isso? Qual a razão para tantos elogios? Simples, Fisher atuou como astro. Acertou arremessos que fizeram a diferença, lances fundamentais para a vitória do Lakers por 99 a 91 que garantiu a terceira vitória, na melhor de sete.
O jogo:
Precisando desesperadamente da vitória, o Magic tentou sufocar o Lakers, com relativo êxito. Ficou na frente no primeiro quarto, vencendo por 24 a 20, com jogadas como esta, de Turkoglu.
Kobe Bryant entrou disposto a apagar a atuação um pouco mais discreta que teve no game 3. Aqui ele encara a alta defesa do time da terra do Mickey.
O Magic conseguiu segurar o Lakers e ainda fez um belo segundo quarto, virando 12 pontos na frente: 49 a 37.
Doze pontos num jogo desse parece uma grande diferença, mas não numa série final. O Lakers voltou ligadaço. Fez um jogo coletivo, desviando a atenção de Kobe Bryant e distribuindo para Lamar Odom e Trevor Ariza, Neste quarto o Lakers acertou 4 bolas de 3, tirando a diferença do primeiro tempo e entrando no período final 4 pontos na frente.
E olha que Dwight Howard estava jogando demais. Pegou 21 rebotes, deu 9 tocos e ainda marcou 16 pontos. Turkoglu foi o cestinha do Magic com 25 pontos, Mickael Pietrus contribuiu com mais 15, e a decepção foi Rashard Lewis, que estava com a mão descalibrada. Consegui marcar apenas 6 pontos em 45 minutos em quadra.
O desfecho:
O quarto quarto foi nervoso. Exigiu dos atletas mais que condição física para correr, saltar e arremessar, mas muito sangue frio. Placar parelho, 82-82, até 1:34 do fim, quando Turkoglu encesta uma de 3 e no lance seguinte outra valendo 2 pontos. O Magic abre 5 pontos num piscar de olhos.
Pior: o placar não se mexe durante 1 minuto. Na estratégia do Lakers, a opção foi por uma infiltração. Bola de segurança e Gasol garante mais 2 pontos. 87-84. Aí o Orlando comete uma falha que mudou a sorte do jogo. A bola foi parar na mão de Dwight Howard, alvo preferido das defesas quando é preciso parar o relógio. Kobe fez falta nele, o D-12 cobrou os dois lances livres e errou os dois, faltando 11 segundos pra acabar. Na reposição da bola, entra em cena o herói da noite. Derek Fisher, vai lá e contraria a lógica. Enquanto todos esperavam pela definição de Kobe Bryant, ele mesmo, que conduzia a bola acertou o arremesso de 3.
Empate, 87 a 87. Prorrogação: O nervosismo entrou em quadra e os dois times mais erraram que acertaram. Jogo lá e cá até os 31 segundos finais, quando Derek Fisher acerta outra de 3 pontos e estraga a festa do Magic. Havia tempo pra tirar essa diferença, o Lakers fez isto com apenas 11 segundos. Mas o Orlando preferiu se precipitar e arremessar sem confiança. Tomou um contraataque, e depois de mais um ataque frustrado, outro contraataque, em que Pietrus cometeu uma falta desleal em Pau Gasol. Deu um golpe com as duas mãos nas costas do espanhol, e ainda não conseguiu evitar a cesta. O jogo estava perdido. Melhores momentos: O Lakers me lembrou muito aqueles times do Oscar (Mackenzie, Flamengo, Banco Bandeirantes, Corinthians): ia cozinhando o galo e dava o bote no final, com lances sensacionais. Um jogaço. O próximo será domingo em Orlando. Se o Lakers vencer, acaba o campeonato. Se der Magic, a decisão será em Los Angeles. Depois deste jogo 4, acho muito difícil o título escapar das mãos do Lakers. Merecem destaque: A assistência de Rashard Lewis, para a finalização de Marcin Gortat Block de Dwight Howard em Pau Gasol, um dos 9 da noite A assistência de Jameer Nelson para D-12 enterrar

quarta-feira, 10 de junho de 2009

NBA Finais: Orlando vence a 3ª partida

Num jogo emocionante, o Orlando Magic conseguiu fazer o dever de casa. Venceu o Lakers, num jogo de muitos altos e baixos. O time de Los Angeles endureceu. Venceu o 1º quarto por 31 a 27, mas virou 5 pontos atrás no marcador. 59 a 54.
O 3º quarto foi praticamente igual, com o Lakers tirando 1 ponto da diferença. No 4º quarto é que o jogo ficou diferente. O Orlando, chegou a abrir 9 pontos de diferença, cochilou, e permitiu a reação do Lakers. Lamar Odom foi um dos que mais colaboraram naquele momento do jogo.

Só que foi uma noite em que Kobe Bryant estava irreconhecível, apesar de marcar 31 pontos no jogo. Isso porque o aproveitamento foi baixo: 11 de 25 de 2 pontos, 4 de 9 de 3 pontos e 5 de 10 lances livres. Erros que fizeram a diferença a favor do Orlando, que venceu por 108 a 104.
Melhores momentos:

Destaques:
Dwight Howard, 21 pontos e 14 rebotes

Mickael Pietrus, 18 pontos


Rafer Alston, 20 pontos, sua melhor performance na série final

A enterrada de Courtney Lee, abrindo caminho na defesa do Lakers

Block de Dwight Howard em Kobe Bryant

segunda-feira, 8 de junho de 2009

NBA Finais: Lakers abrem 2 - 0

Teve de tudo na segunda partida entre Los Angeles Lakers e Orlando Magic. Além de competência no ataque e nos lances livres, o Lakers teve sorte também. Sim, porque os gatilhos do Magic estavam bem calibrados. Dwight Howard fez mais uma partida regular. Garantiu-se nos rebotes, sua especialidade (16 no jogo), mas ainda não foi desta vez que conseguiu dominar o garrafão. A marcação do Lakers, revezada entre Gasol e Bynum, mais uma vez funcionou e o SuperMan anotou 17 pontos.
Entretanto, a outra arma do Orlando, os tiros de 3 pontos funcionaram muito bem. Rashard Lewis foi o grande destaque. Cestinha da partida com 34 pontos, ele teve aproveitamento de 50% nas bolas de 3 pontos e acertou 12 de 21 valendo 2. Turkoglu colaborou com 22 pontos e todos os outros 7 que participaram da partida conseguiram pontuar. Até parece que estou falando do vencedor do jogo. O Orlando fez uma grande partida, só faltou aquele plus pra chegar à vitória.
O jogo:
Um primeiro quarto de pontuação baixa: apenas 15 pontos pra cada equipe. No 2º quarto, o placar começou a girar mais. O Lakers foi melhor, conseguiu marcar 25 contra 20 pontos do adversário, e virou a primeira metade na frente: 40 a 35.
Na volta do intervalo, o Orlando conseguiu se recuperar com jogadas como esta:

Virou um jogo franco. Em toda a partida, a liderança mudou de mãos 23 vezes, e por 21 vezes houve empate no marcador. No 4º quarto, a maior diferença que um time abriu foi 3 pontos. Foi lá e cá. No minuto final, a partida estava empata em 86. Cada equipe conseguiu uma cesta de 2 pontos e errou um ataque. O fim foi eletrizante. Kobe partiu pra cesta faltando 2 segundos e levou um toco de Turkoglu.

Restou ao Orlando 0,6 segundos de posse de bola. Courtney Lee teve a chance de fazer a cesta da vitória, mas errou uma cesta incrível. Prorrogação.
O Lakers soube dominar os nervos e o Orlando não. Errou mais. O time de Los Angeles abriu 6 pontos e quando tudo parecia decidido, Rashard Lewis mandou pra dentro uma bola de 3, faltando 26 segundos. 99 a 96. Mas o Lakers ainda tinha a posse de bola e a mão calibrada nos lances livres. Lamar Odom, que fez uma grande partida, sofreu falta e garantiu os dois pontos, que selaram a vitória. 101 a 96. Lakers 2 - 0 na série. Destaques do Lakers: Kobe Bryant, 29 pontos, 8 assistências; Pau Gasol, 24 pontos, 10 rebotes; Lamar Odom, 19 pontos, 8 rebotes e 3 tocos e Derek Fisher, 12 pontos. Trabalho de equipe.
Melhores momentos:

Merecem destaque:
O trabalho de equipe do Lakers, da roubada de bola de Trevor Ariza à enterrada de Kobe Bryant

O block de Lamar Odom

O block de Dwight Howard, em Pau Gasol

domingo, 7 de junho de 2009

NBA Finais: Lakers x Magic - jogo 2



Kobe Bryant x Dwight Howard (foto NBA). É o duelo do jogo 2 da final da NBA, que será disputado em Los Angeles, logo mais às 21 horas (horário de Brasília), com transmissão pela ESPN (e pela internet). Imperdível.
Numa melhor de 7 jogos, pode parecer que os primeiros não têm importância. Nada disso. Cada jogo tem muita importância. Quem vence o primeiro larga na frente, obrigando o perdedor a vencer o segundo confronto para não ficar em situação delicada. Se o Lakers vencer, abre 2 a 0, e vai com uma vantagem confortável para três jogos em Orlando.
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