Final: 96 a 70.
sábado, 30 de outubro de 2010
Miami já começa a mostrar supremacia no Leste
Final: 96 a 70.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Magic massacra o Wizards em Orlando
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Olha quem tá na torcida pelo Brasil....
sábado, 29 de maio de 2010
NBA Playoffs: Boston está na final
Uma lástima comparado ao Boston, quem além do "Fab Four" (Garnett, Pierce e Ray Allen), ainda teve participação decisiva do baixinho Nate Robinson, que foi o grande nome do primeiro tempo. Ele entrou na rotação normal no lugar de Rajon Rondo, mas saiu de quadra com 13 pontos no primeiro tempo, sendo responsável pelo distanciamento no placar. A primeira etapa terminou em 55 a 42.
A assistência de Rondo pra enterrada de Paul Pierce
terça-feira, 25 de maio de 2010
NBA Playoffs: Orlando se supera e evita a varrida
O Orlando Magic entrou com muita vontade de sobreviver e foi pra cima em pleno TD Garden. Ficou na frente no primeiro quarto (31-26). No segundo quarto, administrando faltas, Stan Van Gundy pôs os reservas em quadra e a produção caiu um pouco. O Boston recuperou um pontinho, mas virou atrás: 51 a 47.
No terceiro quarto parecia que a maionese ia desandar, com a reação do Boston. O time de Massachussets jogava melhor. Recuperou mais 5 pontos, passou à frente, com destaque para o gordinho Glenn Davis, um monstro na defesa.
O quarto período começou com o Boston 1 ponto na frente. Foi eletrizante, muito nervoso, marcado pelos erros dos dois lados e bolas sensacionais. O Orlando acertou mais bolas de 3 pontos que nos outros 3 jogos. Foram 10 acertos, com J.J. Redick, Jameer Nelson e até Rashard Lewis, especialista nesta distância, mas que vinha apagado na série contra o Celtics. Lewis resolveu aparecer e guardou 13 pontos. Pelo Boston, Ray Allen jogou daquele jeito que dá raiva, acertando tudo nos momentos decisivos. Era lá e cá, e eu torcendo pelo Orlando.
A 1:16 do fim, o Boston empatou. Um minuto antes, perdia por 7 pontos. O Magic tinha a posse de bola, gastou o tempo mas Jameer Nelson perdeu a laranja pra Rondo. Na sequência, o Boston perdeu seu ataque e o Orlando tinha 24 segundos pra converter uma bola e garantir a vitória. De novo a bola estava com Jameer Nelson, que tentou um arremesso muito marcado e errou, a 11 segundos do fim. Lembram que disse que o armador quase saiu como vilão? Por isso. O Boston tinha 16 segundos e a posse de bola. Jogo empatado e um monte de bons arremessadores. Uma bola dentro e seria o fim para o Magic e o Boston na final. O time se fechou e provocou o erro de Paul Pierce e o jogo foi pra prorrogação, 86 a 86, a primeira da pós-temporada.
No tempo extra, as duas equipes exibiam todo o cansaço da intensa batalha. Os primeiros pontos só foram sair na metade da prorrogação. Foi aí que voltou a brilhar a estrela de Jameer Nelson. Ele acertou duas de 3 pontos seguidas, desestabilizando completamente o Celtics.
Merecem destaque:
A roubada e finalização de Ray Allen
O block de Dwight Howard em Rajon Rondo
sábado, 22 de maio de 2010
NBA Playoffs: Boston humilha o Orlando e fica perto da final
Pelo lado do Magic, um desastre. O aproveitamento foi pífio. Dwight Howard ficou devendo muito. Apenas 7 pontos e 7 rebotes. Rashard Lewis foi uma lástima, pela terceira vez nesta série. Apenas 4 pontos em 27 minutos em quadra. Vince Carter e Jameer Nelson anotaram 15 pontos cada. Fizeram apenas a parte deles. Uma pena que o Magic esteja sendo tão medíocre nestas finais. O time com a segunda melhor campanha da NBA.
O melhor momento do Orlando no jogo foi no último quarto, quando fez 5 pontos a mais no placar, mas o Boston já estava só com os reservas em quadra. Stan Van Gundy fez o mesmo com o Magic, e a todo momento apareciam seus titulares no banco com aquela cara do gosto amargo de uma derrota humilhante. O Boston venceu por 94 a 71, mas poderia ter sido muito mais se o time dos verdinhos não tirasse o pé do acelerador. Boston Celtics 3 a 0 na série. Já era. Essa série deve terminar na segunda-feira, no jogo 4. Duvido que o Orlando seja time pra vencer duas partidas, quanto mais as quatro restantes pra ir pra final. Como disse, já era.
Rajon Rondo, o melhor armador na NBA nestes playoffs
domingo, 16 de maio de 2010
NBA Playoffs: Boston quebra invencibilidade do Orlando Magic
O técnico Doc Rivers, um dos melhores da NBA na minha opinião, armou uma defesa firme em cima de Dwight Howard, pivôzão dominante no garrafão que é superdifícil de ser marcado. Deu resultado. Kevin Garnett, Rasheed Wallace e Kendrick Perkins, os mais altos do Boston, se revezaram nesta missão e freiaram o Superman, que terminou com 13 pontos e 12 rebotes.
No ataque, um bombardeio de Rajon Rondo e Ray Allen, que levaram o Boston a estar sempre na frente. Além de Paul Pierce, marrento mas eficiente.
A ponte áerea Rondo-Tony Allen
segunda-feira, 10 de maio de 2010
NBA Playoffs: Orlando passa pelo Hawks e está na final da Conferência
Jogo 1: 114-71
Jogo 2: 112-98
Jogo 3: 105-75
Jogo 4: 98-84
Agora o Orlando terá alguns dias de folga enquanto assiste Cleveland e Boston se matarem pela outra vaga na final da Conferência Leste. E como lá a série está empatada, 2-2, serão pelo menos mais dois jogos de desgaste físico e emocional até pegar o descansado Orlando Magic. Por este fator, acho difícil o Magic não estar na final pelo segundo ano consecutivo.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
NBA Playoffs: Orlando dá show e vence a segunda
No 3º quarto veio a recuperação do Magic. Tirou a diferença e abriu 1 de frente. No último quarto, a grande fase que o Orlando Magic atravessa ficou mais evidente. O Hawks abriu as pernas. Não suportou o jogo variado de Howard, Carter, Lewis e cia. Final: 112 a 98. 2-0 na série e dois jogos em Atlanta.
sábado, 24 de abril de 2010
NBA Playoffs: Orlando faz 3-0; Portland e OKC empatam; Milwaukke vence a primeira;
quinta-feira, 22 de abril de 2010
NBA Playoffs: Orlando obtem 2ª vitória; Spurs empatam a série
segunda-feira, 19 de abril de 2010
NBA playoffs: Portland quebra vantagem do Phoenix
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Orlando x Miami: duelo interessante
Mas o post é mais pra destacar um fato curioso. A roupa quase normal do repórter de quadra Craig Sager.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
NBA Análises: Cleveland Cavaliers
Shaq e LeBron: sem título, não haverá o que comemorar
08/09: Parecia ser o ano de LeBron James. O Cleveland Cavaliers teve melhor o recorde em toda a liga, com somente duas derrotas em casa. Nos playoffs, varreu seus dois primeiros adversários, Pistons e Hawks. Era franco favorito para bater o Orlando Magic na final do Leste, mas não foi o que ocorreu. Sem ter quem fizesse frente à Dwight Howard no garrafão e sem um marcador com velocidade suficiente para buscar o ala de força Rashard Lewis no perímetro, as fraquezas do Cavs ficaram expostas contra a pouco convencional equipe de Orlando. LeBron bem que se esforçou, mas não conseguiu bater a equipe da Flórida sozinho.
Com James entrando em seu último ano de contrato, o clima é de “agora ou nunca” no Cavs, por isso, a diretoria não mediu esforços para reforçar a equipe, trazendo ninguém menos que o 4 vezes campeão Shaquille O’Neal.
Entra: Shaquille O’Neal (PHO), Anthony Parker (TOR), Jamario Moon (MIA), Leon Powe (BOS)
Sai: Ben Wallace (DET), Sasha Pavlovic (MIN), Joe Smith (ATL)
Titulares: Mo Williams, Anthony Parker, LeBron James, Anderson Varejão, Shaquille O’Neal
Shaq veio para parar D12
Análise: A final de conferência contra o Orlando Magic expôs as fragilidades do time do Cavaliers, principalmente quando se tratou da marcação no garrafão. Não houve resposta para a explosão física de Dwight Howard, que foi superior em todos os aspectos do jogo contra quem quer que o marcasse, fosse Ilgauskas, Varejão, Ben Wallace, Hickson… No ataque, a falta de ofensividade de Varejão e de velocidade de Ilgauskas acabavam não aproveitando a debilidade de Orlando na marcação de Lewis. Nem mesmo a impressionante média de 38,5 pontos de LeBron nas finais foi capaz de levar o Cavs adiante.
Shaquille O’Neal foi a resposta encontrada para parar Dwight Howard no garrafão. Tamanho ele tem. Experiência também. Falta velocidade, e muito. A presença de Shaq sem dúvida é imponente, mas traz alguns problemas para o Cavs, como, por exemplo, a defesa do pick n’ roll na cabeça do garrafão. Aos 37 anos e com 147 kg, não há como o pivô acompanhar jogadores após o corta luz.
Ofensivamente, a capacidade de Shaq em anotar pontos é conhecida, porém, não se pode esquecer que ele jogará ao lado de LeBron James, jogador que precisa de espaço no garrafão para infiltrar. Com Ilgauskas em quadra há esse espaço, pois o lituano tem bom chute de média distância. Agora, todos sabem que O’Neal é completamente incapaz de acertar um jumper que seja, logo, haverá um garrafão com maior tráfego nas infiltrações de LeBron.
Isso quer dizer que não gostei da aquisição de Shaq? Pelo contrário. Seu tamanho e experiência serão fundamentais, ele sabe que lhe restam poucos anos na carreira e dificilmente terá oportunidade tão boa para conquistar seu 5º anel. Com a escassez de pivôs que há, Shaq foi um achado, ainda mais com a manutenção de Ilgauskas, o que dará versatilidade para Mike Brown montar seu time de acordo com o adversário. As contratações de Jamario Moon e Anthony Parker também foram muito boas, os dois são belos marcadores, o primeiro é explosivo,o segundo tem ótimo arremesso. Ambos poderão ser utilizados com freqüência.
A temporada 09/10 será um divisor de águas para a franquia. Se vencer o título, as chances de LeBron James, nativo do estado de Ohio, renovar aumentam bastante. Caso haja nova frustração, como a ocorrida contra o Magic, o atual MVP pode se cansar e buscar novos ares (e um anel). Para o Cavs, é vencer ou vencer.
Gustavo Mesa - NBA Blog
* * *
Pré-temporada: 4 vitórias e 4 derrotas. Estreia hoje contra o Boston.
NBA Análises: Boston Celtics
Sucesso de Boston está nos joelhos de Kevin Garnett
08/09: O Boston Celtics dava impressões de que repetiria o título da temporada anterior. A experiente e sólida equipe estava no topo do leste, junto com Orlando e Cleveland, e, como se podia esperar, deveria subir de produção nos playoffs. Porém, o otimista prognóstico foi abaixo com a lesão de Kevin Garnett. Primeiro diziam que ele voltaria em poucas semanas, depois nos playoffs, mas a contusão no joelho foi séria e o tirou da temporada.
Mesmo sem KG, o Boston ainda conseguiu assegurar a segunda posição do leste. Pegou o Bulls na primeira rodada e proporcionou uma série épica, com sete prorrogações em sete partidas (mas não em todos os jogos). Na fase seguinte, Boston bateu de frente com Orlando, até conseguiu abrir vantagem de 3 a 2, mas Dwight Howard e companhia venceram as duas partidas seguintes e avançaram às finais de conferência.
Entra: Rasheed Wallace (DET), Shelden Williams (MIN), Marquis Daniels (IND), Lester Hudson (Draft)
Sai: Leon Powe (CLE), Miki Moore (GSW)
Titulares: Rajon Rondo, Ray Allen, Paul Pierce, Kevin Garnett, Kendrick Perkins
Análise: O elenco do Boston é excelente. Não há uma peça irregular. Rondo tornou-se um ótimo armador principal e faz exatamente o que o time precisa, distribui o jogo, marca de forma implacável, rouba bolas e pega rebotes – faz o trabalho sujo e, quando necessário, pontua também. Ray Allen, apesar do pífio desempenho nos playoffs passados, continua sendo um dos melhores arremessadores da liga e é extremamente confiável nas horas decisivas. O mesmo pode ser dito de Paul Pierce, outro atleta confiável nos momentos finais, é um cestinha nato, principal arma ofensiva do time, e é um defensor subvalorizado. Kendrick Perkins é um pivô com excelente defesa, ótimo marcando atletas de costas para a cesta, realizou um ótimo trabalho defendendo Howard nos playoffs. E KG, para finalizar, é o coração do time, um dos melhores defensores da liga, mantém o time inteiro focado em jogar duro, é capaz de pontuar de quase todas as formas (exceto bolas de 3), tem arremesso de meia distância confiável e sabe montar um post-up.
- Rasheed quer seu 2º anel em Boston
Durante a offseason, o banco do Celtics tornou-se ainda mais forte. Somados ao grande arremessador Eddie House e ao ala de força Big Baby Davis, o General Manager Danny Ainge contratou Rasheed Wallace, Marquis Daniels e Shelden Williams. A contratação de Rasheed Wallace foi importante, nem tanto pelo que poderá adicionar à equipe, já bem servida no garrafão, mas por ter impedido que Rasheed fosse para Orlando ou San Antonio, que mostraram-se interessados em contratá-lo.
Outro motivo que fez Boston contratar o ex-jogador do Pistons foi a incerteza de como estarão os joelhos de Garnett nessa temporada. A lesão da temporada passada foi séria e não se sabe exatamente como será a recuperação de KG. Talvez ele se machuque de novo, talvez tenha que ser poupado em alguns jogos, por isso Wallace será uma peça de grande utilidade durante o ano.
É exatamente nesse ponto que o sucesso do Celtics se encontra: na saúde de KG. Com ele, o Boston é favorito a repetir o feito de 2008; sem ele, o time ainda fica um degrau abaixo de Cleveland Cavaliers e Orlando Magic.
Gustavo Mesa
Atualização: O Celtics fez 8 jogos e venceu 6 na pré-temporada. Estreia hoje contra o Cleveland.
domingo, 14 de junho de 2009
Lakers é o campeão da NBA!
O time de Los Angeles venceu a quinta partida da série contra o Orlando por 99 a 86 e fechou o confronto final por 4-1 (foto:nba.com) . O Magic não teve chance. Perdeu a mão do jogo no ínício do 2º quarto, quando o Lakers fez uma ótima sequência e conseguiu manter o padrão de jogo diante de um adversário lutando desesperadamente pela sobrevivência e contra o vexame diante de sua torcida.
O jogo:
O Magic começou jogando bem, mas desde o início dava sinais de que sua defesa não estava funcionando. Venceu o 1º quarto por 28 a 26, quando precisava abrir diferença.
O Lakers entrou com personalidade, sentindo-se em casa.
No 2º quarto, o Lakers praticamente decidiu a sorte do jogo. Kobe, Odom e Ariza jogaram muito.
Usando dos contraataques, fez 12 pontos a mais que o time da Flórida e virou na frente: 46 a 36 .
Dez pontos não representariam muito se o passeio não continuasse no 3º período. A diferença aumentou mais 5 pontos, porque o Orlando já começava a ver a vaca indo pro brejo. Várias tentativas de 3 pontos foram perdidas, 8 de 27 convertidas, um aproveitamento de 29%.
No último período, algumas bolas até que caíram. Poderia ser um final emocionante se o Lakers não tivesse acompanhado. O Magic conseguiu tirar apenas 2 pontos e foi obrigado a ver o Lakers comemorar seu 15º título no Amway Arena. Final: 99 a 86.
Melhores momentos:
A melhor de 7 terminou em 5 jogos. Vitória incontestável do Lakers.
Merecem destaque:
Kobe Bryant, MVP das finais, 30 pontos neste jogo
A bela cesta de Dwight Howard, dois de seus 11 pontos no jogo
As cinco melhores jogadas do jogo 5
sexta-feira, 12 de junho de 2009
NBA Finais: Lakers a uma vitória do título
Dado como acabado por muitos, em fim de carreira por outros, irregular, sem motivação, Fischer vinha mesmo se apresentando mal nestes playoffs. Mas nas últimas partidas parece ter reencontrado aquele basquetebol que o consagrou no tricampeonato do Lakers, como escudeiro de Kobe Bryant e Shaquille O'Neal. Mas como pode um jogador de 1,85 metros, veterano com 35 anos, 12 de NBA, média de 7,6 por jogo nos playoffs e no quarto confronto com o Magic ter anotado apenas 12 pontos ser tudo isso? Qual a razão para tantos elogios? Simples, Fisher atuou como astro. Acertou arremessos que fizeram a diferença, lances fundamentais para a vitória do Lakers por 99 a 91 que garantiu a terceira vitória, na melhor de sete.
O jogo:
Precisando desesperadamente da vitória, o Magic tentou sufocar o Lakers, com relativo êxito. Ficou na frente no primeiro quarto, vencendo por 24 a 20, com jogadas como esta, de Turkoglu.
Kobe Bryant entrou disposto a apagar a atuação um pouco mais discreta que teve no game 3. Aqui ele encara a alta defesa do time da terra do Mickey.
O Magic conseguiu segurar o Lakers e ainda fez um belo segundo quarto, virando 12 pontos na frente: 49 a 37.
Doze pontos num jogo desse parece uma grande diferença, mas não numa série final. O Lakers voltou ligadaço. Fez um jogo coletivo, desviando a atenção de Kobe Bryant e distribuindo para Lamar Odom e Trevor Ariza, Neste quarto o Lakers acertou 4 bolas de 3, tirando a diferença do primeiro tempo e entrando no período final 4 pontos na frente.
E olha que Dwight Howard estava jogando demais. Pegou 21 rebotes, deu 9 tocos e ainda marcou 16 pontos. Turkoglu foi o cestinha do Magic com 25 pontos, Mickael Pietrus contribuiu com mais 15, e a decepção foi Rashard Lewis, que estava com a mão descalibrada. Consegui marcar apenas 6 pontos em 45 minutos em quadra.
O desfecho:
O quarto quarto foi nervoso. Exigiu dos atletas mais que condição física para correr, saltar e arremessar, mas muito sangue frio. Placar parelho, 82-82, até 1:34 do fim, quando Turkoglu encesta uma de 3 e no lance seguinte outra valendo 2 pontos. O Magic abre 5 pontos num piscar de olhos.
Pior: o placar não se mexe durante 1 minuto. Na estratégia do Lakers, a opção foi por uma infiltração. Bola de segurança e Gasol garante mais 2 pontos. 87-84. Aí o Orlando comete uma falha que mudou a sorte do jogo. A bola foi parar na mão de Dwight Howard, alvo preferido das defesas quando é preciso parar o relógio. Kobe fez falta nele, o D-12 cobrou os dois lances livres e errou os dois, faltando 11 segundos pra acabar. Na reposição da bola, entra em cena o herói da noite. Derek Fisher, vai lá e contraria a lógica. Enquanto todos esperavam pela definição de Kobe Bryant, ele mesmo, que conduzia a bola acertou o arremesso de 3.
Empate, 87 a 87. Prorrogação: O nervosismo entrou em quadra e os dois times mais erraram que acertaram. Jogo lá e cá até os 31 segundos finais, quando Derek Fisher acerta outra de 3 pontos e estraga a festa do Magic. Havia tempo pra tirar essa diferença, o Lakers fez isto com apenas 11 segundos. Mas o Orlando preferiu se precipitar e arremessar sem confiança. Tomou um contraataque, e depois de mais um ataque frustrado, outro contraataque, em que Pietrus cometeu uma falta desleal em Pau Gasol. Deu um golpe com as duas mãos nas costas do espanhol, e ainda não conseguiu evitar a cesta. O jogo estava perdido. Melhores momentos: O Lakers me lembrou muito aqueles times do Oscar (Mackenzie, Flamengo, Banco Bandeirantes, Corinthians): ia cozinhando o galo e dava o bote no final, com lances sensacionais. Um jogaço. O próximo será domingo em Orlando. Se o Lakers vencer, acaba o campeonato. Se der Magic, a decisão será em Los Angeles. Depois deste jogo 4, acho muito difícil o título escapar das mãos do Lakers. Merecem destaque: A assistência de Rashard Lewis, para a finalização de Marcin Gortat Block de Dwight Howard em Pau Gasol, um dos 9 da noite A assistência de Jameer Nelson para D-12 enterrar
quarta-feira, 10 de junho de 2009
NBA Finais: Orlando vence a 3ª partida
O 3º quarto foi praticamente igual, com o Lakers tirando 1 ponto da diferença. No 4º quarto é que o jogo ficou diferente. O Orlando, chegou a abrir 9 pontos de diferença, cochilou, e permitiu a reação do Lakers. Lamar Odom foi um dos que mais colaboraram naquele momento do jogo.
Só que foi uma noite em que Kobe Bryant estava irreconhecível, apesar de marcar 31 pontos no jogo. Isso porque o aproveitamento foi baixo: 11 de 25 de 2 pontos, 4 de 9 de 3 pontos e 5 de 10 lances livres. Erros que fizeram a diferença a favor do Orlando, que venceu por 108 a 104.
Melhores momentos:
Destaques:
Dwight Howard, 21 pontos e 14 rebotes
Mickael Pietrus, 18 pontos
Rafer Alston, 20 pontos, sua melhor performance na série final
A enterrada de Courtney Lee, abrindo caminho na defesa do Lakers
Block de Dwight Howard em Kobe Bryant
segunda-feira, 8 de junho de 2009
NBA Finais: Lakers abrem 2 - 0
Entretanto, a outra arma do Orlando, os tiros de 3 pontos funcionaram muito bem. Rashard Lewis foi o grande destaque. Cestinha da partida com 34 pontos, ele teve aproveitamento de 50% nas bolas de 3 pontos e acertou 12 de 21 valendo 2. Turkoglu colaborou com 22 pontos e todos os outros 7 que participaram da partida conseguiram pontuar. Até parece que estou falando do vencedor do jogo. O Orlando fez uma grande partida, só faltou aquele plus pra chegar à vitória.
O jogo:
Um primeiro quarto de pontuação baixa: apenas 15 pontos pra cada equipe. No 2º quarto, o placar começou a girar mais. O Lakers foi melhor, conseguiu marcar 25 contra 20 pontos do adversário, e virou a primeira metade na frente: 40 a 35.
Na volta do intervalo, o Orlando conseguiu se recuperar com jogadas como esta:
Virou um jogo franco. Em toda a partida, a liderança mudou de mãos 23 vezes, e por 21 vezes houve empate no marcador. No 4º quarto, a maior diferença que um time abriu foi 3 pontos. Foi lá e cá. No minuto final, a partida estava empata em 86. Cada equipe conseguiu uma cesta de 2 pontos e errou um ataque. O fim foi eletrizante. Kobe partiu pra cesta faltando 2 segundos e levou um toco de Turkoglu.
Restou ao Orlando 0,6 segundos de posse de bola. Courtney Lee teve a chance de fazer a cesta da vitória, mas errou uma cesta incrível. Prorrogação.
O Lakers soube dominar os nervos e o Orlando não. Errou mais. O time de Los Angeles abriu 6 pontos e quando tudo parecia decidido, Rashard Lewis mandou pra dentro uma bola de 3, faltando 26 segundos. 99 a 96. Mas o Lakers ainda tinha a posse de bola e a mão calibrada nos lances livres. Lamar Odom, que fez uma grande partida, sofreu falta e garantiu os dois pontos, que selaram a vitória. 101 a 96. Lakers 2 - 0 na série. Destaques do Lakers: Kobe Bryant, 29 pontos, 8 assistências; Pau Gasol, 24 pontos, 10 rebotes; Lamar Odom, 19 pontos, 8 rebotes e 3 tocos e Derek Fisher, 12 pontos. Trabalho de equipe.
Melhores momentos:
Merecem destaque:
O trabalho de equipe do Lakers, da roubada de bola de Trevor Ariza à enterrada de Kobe Bryant
O block de Lamar Odom
O block de Dwight Howard, em Pau Gasol
domingo, 7 de junho de 2009
NBA Finais: Lakers x Magic - jogo 2
Kobe Bryant x Dwight Howard (foto NBA). É o duelo do jogo 2 da final da NBA, que será disputado em Los Angeles, logo mais às 21 horas (horário de Brasília), com transmissão pela ESPN
Numa melhor de 7 jogos, pode parecer que os primeiros não têm importância. Nada disso. Cada jogo tem muita importância. Quem vence o primeiro larga na frente, obrigando o perdedor a vencer o segundo confronto para não ficar em situação delicada. Se o Lakers vencer, abre 2 a 0, e vai com uma vantagem confortável para três jogos em Orlando.