Além do privilégio de jogar na NBA, ao lado de LeBron James e Shaquille O'Neal, e de ter uma chance real de faturar o título, o capixaba ainda assinou contrato de U$ 41,5 milhões, por 5 anos, U$ 7,1 milhões por ano, US$ 600 mil por mês, ou R$ 1, 2 milhão/mês. Pela bola que Varejão joga, foi um ótimo contrato.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Varejão renova com o Cavs
Além do privilégio de jogar na NBA, ao lado de LeBron James e Shaquille O'Neal, e de ter uma chance real de faturar o título, o capixaba ainda assinou contrato de U$ 41,5 milhões, por 5 anos, U$ 7,1 milhões por ano, US$ 600 mil por mês, ou R$ 1, 2 milhão/mês. Pela bola que Varejão joga, foi um ótimo contrato.
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sexta-feira, 26 de junho de 2009
NBA Draft 2009: os escolhidos
Estes são os candidatos a astros da NBA. Eles foram escolhidos nesta quinta. A primeira escolha foi do Los Angeles Clippers, que optou por Blake Griffin, o primeiro do ranking dos novatos. Hasheem Tabeet foi o segundo, escolha do Memphis Grizzlies. O espanhol Ricky Rubio, que era o segundo mais bem ranqueado, foi selecionado na posição 5, pelo Minnesota Timberwolves. Chegaram cheios de pompa. Se vão brilhar, aí já é outra história.Foto: print de nba.com
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segunda-feira, 15 de junho de 2009
Phil Jackson conquista o 10º título da NBA
Com o título desta temporada, o técnico Phil Jackson tornou-se o técnico recordista de títulos na NBA. Ele foi o comandante do Chicago Bulls na era Michael Jordan, quando abocanhou 6 títulos. Após a aposentadoria de MJ, Phil foi para a califórnia, tornar outro grupo vencedor: o Lakers de Shaquille O'Neal, Kobe Bryant, Derek Fisher, Robert Horry, Edie Jones, e vários outros.
Seus críticos dizem que Phil Jackson só gosta de comandar grupos com superastros, por isso vence. E ele cala os críticos conquistando títulos.
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domingo, 14 de junho de 2009
Lakers é o campeão da NBA!
O time de Los Angeles venceu a quinta partida da série contra o Orlando por 99 a 86 e fechou o confronto final por 4-1 (foto:nba.com) . O Magic não teve chance. Perdeu a mão do jogo no ínício do 2º quarto, quando o Lakers fez uma ótima sequência e conseguiu manter o padrão de jogo diante de um adversário lutando desesperadamente pela sobrevivência e contra o vexame diante de sua torcida.
O jogo:
O Magic começou jogando bem, mas desde o início dava sinais de que sua defesa não estava funcionando. Venceu o 1º quarto por 28 a 26, quando precisava abrir diferença.
O Lakers entrou com personalidade, sentindo-se em casa.
No 2º quarto, o Lakers praticamente decidiu a sorte do jogo. Kobe, Odom e Ariza jogaram muito.
Usando dos contraataques, fez 12 pontos a mais que o time da Flórida e virou na frente: 46 a 36 .
Dez pontos não representariam muito se o passeio não continuasse no 3º período. A diferença aumentou mais 5 pontos, porque o Orlando já começava a ver a vaca indo pro brejo. Várias tentativas de 3 pontos foram perdidas, 8 de 27 convertidas, um aproveitamento de 29%.
No último período, algumas bolas até que caíram. Poderia ser um final emocionante se o Lakers não tivesse acompanhado. O Magic conseguiu tirar apenas 2 pontos e foi obrigado a ver o Lakers comemorar seu 15º título no Amway Arena. Final: 99 a 86.
Melhores momentos:
A melhor de 7 terminou em 5 jogos. Vitória incontestável do Lakers.
Merecem destaque:
Kobe Bryant, MVP das finais, 30 pontos neste jogo
A bela cesta de Dwight Howard, dois de seus 11 pontos no jogo
As cinco melhores jogadas do jogo 5
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sexta-feira, 12 de junho de 2009
NBA Finais: Lakers a uma vitória do título
Dado como acabado por muitos, em fim de carreira por outros, irregular, sem motivação, Fischer vinha mesmo se apresentando mal nestes playoffs. Mas nas últimas partidas parece ter reencontrado aquele basquetebol que o consagrou no tricampeonato do Lakers, como escudeiro de Kobe Bryant e Shaquille O'Neal. Mas como pode um jogador de 1,85 metros, veterano com 35 anos, 12 de NBA, média de 7,6 por jogo nos playoffs e no quarto confronto com o Magic ter anotado apenas 12 pontos ser tudo isso? Qual a razão para tantos elogios? Simples, Fisher atuou como astro. Acertou arremessos que fizeram a diferença, lances fundamentais para a vitória do Lakers por 99 a 91 que garantiu a terceira vitória, na melhor de sete.
O jogo:
Precisando desesperadamente da vitória, o Magic tentou sufocar o Lakers, com relativo êxito. Ficou na frente no primeiro quarto, vencendo por 24 a 20, com jogadas como esta, de Turkoglu.
Kobe Bryant entrou disposto a apagar a atuação um pouco mais discreta que teve no game 3. Aqui ele encara a alta defesa do time da terra do Mickey.
O Magic conseguiu segurar o Lakers e ainda fez um belo segundo quarto, virando 12 pontos na frente: 49 a 37.
Doze pontos num jogo desse parece uma grande diferença, mas não numa série final. O Lakers voltou ligadaço. Fez um jogo coletivo, desviando a atenção de Kobe Bryant e distribuindo para Lamar Odom e Trevor Ariza, Neste quarto o Lakers acertou 4 bolas de 3, tirando a diferença do primeiro tempo e entrando no período final 4 pontos na frente.
E olha que Dwight Howard estava jogando demais. Pegou 21 rebotes, deu 9 tocos e ainda marcou 16 pontos. Turkoglu foi o cestinha do Magic com 25 pontos, Mickael Pietrus contribuiu com mais 15, e a decepção foi Rashard Lewis, que estava com a mão descalibrada. Consegui marcar apenas 6 pontos em 45 minutos em quadra.
O desfecho:
O quarto quarto foi nervoso. Exigiu dos atletas mais que condição física para correr, saltar e arremessar, mas muito sangue frio. Placar parelho, 82-82, até 1:34 do fim, quando Turkoglu encesta uma de 3 e no lance seguinte outra valendo 2 pontos. O Magic abre 5 pontos num piscar de olhos.
Pior: o placar não se mexe durante 1 minuto. Na estratégia do Lakers, a opção foi por uma infiltração. Bola de segurança e Gasol garante mais 2 pontos. 87-84. Aí o Orlando comete uma falha que mudou a sorte do jogo. A bola foi parar na mão de Dwight Howard, alvo preferido das defesas quando é preciso parar o relógio. Kobe fez falta nele, o D-12 cobrou os dois lances livres e errou os dois, faltando 11 segundos pra acabar. Na reposição da bola, entra em cena o herói da noite. Derek Fisher, vai lá e contraria a lógica. Enquanto todos esperavam pela definição de Kobe Bryant, ele mesmo, que conduzia a bola acertou o arremesso de 3.
Empate, 87 a 87. Prorrogação: O nervosismo entrou em quadra e os dois times mais erraram que acertaram. Jogo lá e cá até os 31 segundos finais, quando Derek Fisher acerta outra de 3 pontos e estraga a festa do Magic. Havia tempo pra tirar essa diferença, o Lakers fez isto com apenas 11 segundos. Mas o Orlando preferiu se precipitar e arremessar sem confiança. Tomou um contraataque, e depois de mais um ataque frustrado, outro contraataque, em que Pietrus cometeu uma falta desleal em Pau Gasol. Deu um golpe com as duas mãos nas costas do espanhol, e ainda não conseguiu evitar a cesta. O jogo estava perdido. Melhores momentos: O Lakers me lembrou muito aqueles times do Oscar (Mackenzie, Flamengo, Banco Bandeirantes, Corinthians): ia cozinhando o galo e dava o bote no final, com lances sensacionais. Um jogaço. O próximo será domingo em Orlando. Se o Lakers vencer, acaba o campeonato. Se der Magic, a decisão será em Los Angeles. Depois deste jogo 4, acho muito difícil o título escapar das mãos do Lakers. Merecem destaque: A assistência de Rashard Lewis, para a finalização de Marcin Gortat Block de Dwight Howard em Pau Gasol, um dos 9 da noite A assistência de Jameer Nelson para D-12 enterrar
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quarta-feira, 10 de junho de 2009
NBA Finais: Orlando vence a 3ª partida
O 3º quarto foi praticamente igual, com o Lakers tirando 1 ponto da diferença. No 4º quarto é que o jogo ficou diferente. O Orlando, chegou a abrir 9 pontos de diferença, cochilou, e permitiu a reação do Lakers. Lamar Odom foi um dos que mais colaboraram naquele momento do jogo.
Só que foi uma noite em que Kobe Bryant estava irreconhecível, apesar de marcar 31 pontos no jogo. Isso porque o aproveitamento foi baixo: 11 de 25 de 2 pontos, 4 de 9 de 3 pontos e 5 de 10 lances livres. Erros que fizeram a diferença a favor do Orlando, que venceu por 108 a 104.
Melhores momentos:
Destaques:
Dwight Howard, 21 pontos e 14 rebotes
Mickael Pietrus, 18 pontos
Rafer Alston, 20 pontos, sua melhor performance na série final
A enterrada de Courtney Lee, abrindo caminho na defesa do Lakers
Block de Dwight Howard em Kobe Bryant
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